O vassalo parou de andar em círculos
Dois monstros à mesma distância, um deles atrás de uma parede — e ele passava a caçada indo de um para o outro sem chegar a nenhum. Agora ele mede o caminho, não a linha reta. Metade das mortes sumiu junto.
Se você caçou no Bosque nas últimas semanas, viu isto acontecer: o vassalo para no meio do corredor e fica indo e voltando, um passo para cada lado, até o contrato acabar. Nenhuma carta da Ordem de Batalha consertava, porque o problema não era a ordem — era a escolha do alvo.
O que estava acontecendo
Ele escolhia o monstro mais perto em linha reta. E linha reta atravessa pedra.
Dois goblins a seis casas de você: um deles seis casas à frente, no corredor; o outro seis casas atrás, mas do outro lado de um maciço, a quarenta passos de caminhada. Para a conta antiga, os dois empatavam. O vassalo dava um passo na direção de um, o empate desfazia para o outro lado, ele voltava. E de novo.
O que mudou
Agora ele compara quanto custa chegar, não quanto parece perto. E, uma vez escolhido o alvo, só troca se o outro estiver claramente mais à mão — perseguição não muda de ideia por um passo de diferença.
Ele também não esquece mais quem estava perseguindo quando o monstro dobra a esquina.
O que isso fez com a sua caçada
Vinte e cinco minutos no Bosque, nível 3, só com o cantil:
| antes | agora | |
|---|---|---|
| abates | 88,5 | 93,0 |
| mortes (em 8 caçadas) | 4 | 2 |
| tempo trocando golpe | 8038 | 8881 |
Não é que ele mate muito mais rápido. É que ele para de perder tempo raspando o ombro na parede — e tempo raspando parede é tempo sem cura, sem espólio e com a matilha chegando.
Quem morria voltando da Cripta com a mochila cheia vai sentir a diferença.